sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Quinta do Ti Zé Saloio

Nós todos temos recordações na Quinta do Ti Zé Saloio, longos dias de mergulho e piqueniques.
Íamos a pé, de carroça ou de carro, qualquer que seja o meio de locomoção, sabíamos que íamos passar um otimo dia.
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4 comentários:

  1. Como muitos de nós, eu tenho muitas lembranças deste lugar que gosto muito, ao chegar havia esta senhora (avó da Gabriela), que sempre tinha uma palavra amável, as visitas das pessoas da sua aldeia aqueciam o seu coração, ela nos oferecia água dos queijos frescos (os melhores)...
    Depois, íamos por este lindo caminho, podíamos refrescar-nos na fonte natural. Então, íamos mergulhar todo o dia (enquanto os adultos da família lavavam a roupa).
    Mais do que tudo, neste cantinho de paraíso, o meu irmão Norberto fez os seus primeiros passos.
    O lugar mudou, mas não a sua alma.

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  2. É pena que ninguém comenta, portanto a muitos assuntos (alguns podiam dar o exemplo).
    Quero cumprimentar o trabalho da associação, boa continuação.
    Há muitos anos atrás, aprendi a nadar na Quinta do Ti Zé Saloio, confesso que a bastantes anos que não vou até lá, porque pensava que já não havia água,vou voltar...

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  3. A quinta - a mim toca-me especialmente - mais pela pessoa associada, a minha querida avó Domingas, uma senhora com M grande, de uma personalidade inigualável e muito relevante na minha vida. No entanto, pessoalmente a quinta nem sempre foi um lugar querido, pois significava o trabalho dos meus pais, e de muito trabalho e meses de Verão intermináveis, onde o desejo de infância de poder ficar na Torre com os meus Amigos era mais desejável. Mas concordo, o lugar tem Alma própria, obrigada ACRT, em especial a ti Alina.
    Gabriela

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  4. ao ler estes três comentários, lembro-me dos verões passados na Torre e principalmente as idas até ao Rio Côa, tudo em familia,os pique niques, depois a siesta na manta de farrapos da minha avó Aurora Candeias, dos meus primos`etc...
    Lavavam a roupa enquanto nós andavamos na agua com brincadeiras de crianças, sempre debaixo de olho dos adultos e no final do dia, paravamos para comer queijo,ver o rebanho da quinta
    Este lugar será sempre um lugar de felicidade e dias que nunca mais esquecerei e das pessoas que faziam parte de tudo o que rodiava o sítio e especialmente da Laura e familia....
    Apesar de não voltar as origens da minha mae com a frequência que queria, nunca me esqueço de todos os que passaram por mim naquele tempo de infancia e tudo vivido por lá
    Abroços e saudades
    Elisabete Candeias Dourado

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